Deltan Dallagnol estará em Ponta Grossa para reforçar campanha do Dr. Magno Zanellato


O ex-procurador do Ministério Público Federal (MPF) e ex-deputado federal, Deltan Dallagnol, estará em Ponta Grossa na próxima segunda-feira (23). Dallagnol é embaixador do Partido Novo e virá para reforçar a campanha do Dr. Magno Zanellato à Prefeitura.
O evento será às 9h, no auditório da sede antiga da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), na rua Comendador Miró, 860, Centro.
Dr. Magno ressaltou a importância de Deltan Dallagnol em sua campanha. “Será um honra receber o ex-procurador Deltan, ele que fez um grande trabalho à frente da Lava Jato, pois o combate à corrupção é uma das bandeiras que nós defendemos. Certamente, a vinda dele vai fazer com que nossa campanha cresça ainda mais”, disse Dr. Magno.
No início da campanha, Deltan Dallagnol destacou o nome de Magno. “Nós do Novo acreditamos que podemos melhorar a vida das pessoas. Vamos com Dr. Magno para isso possa acontecer”, afirmou.
Por unanimidade, TSE cassa mandato do deputado Deltan Dallagnol
Deltan Dallagnol perdeu o mandato , em maio de 2023,) após decisão unânime do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Corte invalidou o registro de candidatura, o que leva a perda do cargo na Câmara dos Deputados. Ele estava filiado ao Podemos.
O placar foi 7 a 0. Acompanharam o relator, ministro Benedito Gonçalves, os ministros Raul Araújo, Sérgio Banhos, Carlos Horbach, Cármen Lúcia, Nunes Marques e Alexandre de Moraes.
Ex-coordenador da força tarefa da Lava Jato no Paraná, Dallagnol foi eleito o deputado mais votado do Paraná nas eleições de 2022, com 344.917 votos.
Os ministros do TSE julgaram um recurso foi apresentado pela federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) no Paraná e pelo Partido da Mobilização Nacional, e chegou ao TSE no final de janeiro. O relator na corte é o ministro Benedito Gonçalves.
Os partidos contestaram a condição de elegibilidade de Deltan Dallagnol. Argumentaram, por exemplo, que ele estaria barrado pela ficha limpa, ao ter deixado a carreira de procurador tendo pendentes procedimentos administrativos no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Para Benedito, o pedido de exoneração feito pelo ex-promotor para deixar o Ministério Público Federal “teve o propósito claro e específico de burlar a incidência da inelegibilidade”.
“O recorrido exonerou-se do cargo de procurador em 3 de novembro de 2021, com propósito de frustrar incidência de inelegibilidade. Referida manobra impediu que 15 procedimentos administrativos em trâmite no CNMP em seu desfavor viessem a gerar processos administrativos disciplinares que poderiam ensejar pena de aposentadoria compulsória ou perda do cargo”, disse o relator.
Em nota, Dallagnol criticou a decisão do TSE de cassar seu mandato
“344.917 mil vozes paranaenses e de milhões de brasileiros foram caladas nesta noite com uma única canetada, ao arrepio da lei e da Justiça. Meu sentimento é de indignação com a vingança sem precedentes que está em curso no Brasil contra os agentes da lei que ousaram combater a corrupção. Mas nenhum obstáculo vai me impedir de continuar a lutar pelo meu propósito de vida de servir a Deus e ao povo brasileiro”