“Em 20 dias acabam as manobras que causam falta de água”, diz diretor da Sanepar


Em participação durante a sessão da Câmara dos Vereadores de Ponta Grossa nesta segunda-feira (24), o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel, afirmou que o problema da falta de água na cidade deverá acabar no máximo em 20 dias.
“Em vintes dias, no máximo, vamos acabar com as manobras que causam a falta de água em Ponta Grossa”, disse o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel.
As informações prestadas pelos diretores da Sanepar na Câmara de Vereadores não são diferentes das que foram repassadas pela empresa na última quarta-feira (19), durante coletiva de imprensa, após reunião com a prefeita Elizabeth Schmidt (União Brasil).
Novamente a Sanepar voltou a culpar o “calor” o “alto consumo” pela falta de água que deveria chegar às torneiras da população, visto que a cidade registrou índice histórico de alto volume de chuvas em janeiro de 2025 e segue com grande volume de chuvas em fevereiro.
“Povo terá desconto na conta?”, questiona vereador Ricardo Zampieri

O vereador Ricardo Zampieri (PL) preguntou aos representantes da Sanepar algo que tem sido muito cobrado pela polução, se existe a possibilidade de desconto na conta diante da falta de água.
Segundo a gerente geral da Sanepar na Região Sudeste, Simone Alvarenga de Campos, o consumo é cobrado de acordo com o que consta na leitura feita pela empresa, pelo registro do relógio.
“O desconto vai ocorrer naturalmente na medida em que pela falta de água a população está consumindo menos água. O valor da tarifa é de acordo com o consumo de água”, disse.
Ricardo destacou o fato de que muitos consumidores relatam que o relógio continua girando, mesmo sem água. “Muitas pessoas já comprovaram isso, que o relógio continua marcando consumo, mesmo que seja somente com ar. Com isso, a conta não tem desconto e já aconteceu de vir mais cara”, destacou.
A gerente da Sanepar insistiu de que “a conta é cobrada de acordo com o consumo de água”.
Ricardo Zampieri também questionou se é possível reduzir a tarifa mínima, visto que ocorre falta de água. “A tarifa mínima é acompanha pela Agepar e se houver qualquer mudança por parte deles, vamos cumprir”, afirmou gerente geral da Sanepar na Região Sudeste, Simone Alvarenga de Campos.