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Romanelli diz que novo elevador da Alep terá custo de R$ 1,7 milhão por “questões técnicas”

Romanelli diz que novo elevador da Alep terá custo de R$ 1,7 milhão por “questões técnicas”
  • Publishedjaneiro 31, 2020
romanelli
“O custo é necessário por questões técnicas de implantação. É um elevador panorâmico”, explicou Romanelli. (foto: Dálie Ferberg/Alep)

Em entrevista à Rádio T e ao Blog da Mareli Martins nesta sexta-feira (31), o deputado e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Luiz Claudio Romanelli (PSB), foi questionado sobre o custo do novo elevador que está sendo implantado no prédio. O elevador vai custar R$ 1,7 milhão aos cofres públicos. (Ouça a entrevista no final do texto)

Mas o deputado Romanelli defendeu que o novo elevador é necessário e que o valor está dentro do normal, diante da complexidade da obra. “O custo é necessário por questões técnicas de implantação. É um elevador panorâmico, tem que ter fundação ao lado dos outros e encaixado em cada um dos andares. Nós fizemos uma licitação adequada para que o elevador pudesse ser instalado”, explicou Romanelli.

O deputado defendeu que os atuais elevadores já não suportam a demanda. Dos três existentes, um deles é exclusivo para deputados, assessores e demais autoridades. “O prédio do gabinete dos parlamentares tem uma demanda muito grande, são mais de dez mil pessoas que passam por ali. Os dois elevadores que servem ao público em geral, formam filas”, afirmou.

O primeiro-secretário disse que o prédio da Alep não recebeu a manutenção adequada nos últimos anos: como anfitrião, fico envergonhado com o nosso prédio, pois por falta de manutenção desse espaço histórico, o local foi deteriorado”.

Novo refeitório custará R$ 634 mil

De acordo com o deputado o novo refeitório será aberto ao público, com o custo de R$ 39,90 o quilo. Mas os deputados podem pedir o ressarcimento dos valores gastos com alimentação.

“Nós fechamos o refeitório que era dos deputados, fizemos adequação, realizamos o procedimento licitatório e teremos um restaurante aberto ao público, com preço razoável pelo quilo de alimento (R$ 39,90) e cada usuário paga o seu”, disse Romanelli.

O deputado explicou qual é o limite de gastos com alimentação conforme o gabinete: “cada parlamentar pode gastar até dois mil e trezentos reais por mês, por gabinete, o que dá duzentos e oito reias por refeição, até esse limite”, afirmou o primeiro-secretário da Alep.

Assembleia passa a contar com meias-diárias para cidades onde deputados e servidores têm casa

Um ato da mesa diretora da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) passou a permitir que deputados e servidores da Casa recebam meias-diárias para viagens até cidades onde tenham residência fixa. A regulamentação foi assinada em novembro de 2019, mas a publicação ocorreu em 10 de janeiro deste ano, no Diário Oficial.

A meia-diária também vale para deslocamentos com distância inferior a 50 km (contando os trechos de ida e volta). O valor das diárias varia conforme o cargo do funcionário e o local para onde ele vai.

Romanelli disse que o valor máximo permitido de diária inteira por deputado é de R$ 759,00 e para os assessores o valor é de R$ 352,00.

“Essa meia-diária está dentro das verbas de ressarcimento, não está fora disso. O que nós criamos foi algo que já existe em diversos órgãos públicos. Se um deputado tem casa em Ponta Grossa e vai visitar municípios da região dos Campos Gerais, ele terá o descolamento e custos de alimentação. Então ele pode pedir a meia-diária , por conta da locomoção e alimentação, se julgar necessário. Isso é necessário porque as pessoas tem despesas. Esta meia-diária é para que as pessoas possam almoçar dignamente”.                                                                                                                                    Romanelli disse que estes custos já faziam parte da verba de ressarcimento. “Nós não criamos nenhum gasto adicional, todos os custos já estão previstos na atual verba de ressarcimento”.

Mensalmente, além do salário de R$ 25,3 mil, os deputados têm direito a essa verba de ressarcimento de R$ 31,6 mil, fora os valores destinados ao pagamento de assessores comissionados.

Ouça o trecho da entrevista em que Romanelli fala sobre os assuntos mencionados na matéria:

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