Reitor nega troca de favores para nomeação de comissionados na Prefeitura de PG e na UEPG

Não tem nenhuma relação entre as nomeações na prefeitura e na UEPG, no Hospital Universitário, isso é intriga da oposição”, disse o reitor Miguel Sanches Neto. (Foto: Rádio Clube)

Em entrevista à Rádio Clube nesta quinta-feira (29), o reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Miguel Sanches Neto, negou que houve troca de favores com a Prefeitura de Ponta Grossa para a nomeação de sua filha, Camila Calisto Sanches, na prefeitura e da irmã do secretário de governo municipal de governo, Sebastião Mainardes,  Rita de Cássia Mainardes, no Hospital Universitário dos Campos Gerais (HU-UEPG).

“Não tem nenhuma relação entre as nomeações na prefeitura e na UEPG, no Hospital Universitário, isso é intriga da oposição. As coisas aconteceram num período de tempo diferente, não foram nomeações casadas, aconteceram separadas. A nomeação da Camila (filha do reitor) que é advogada especialista em Direito das Mulheres foi feita anteriormente e é uma decisão da prefeita”, disse o reitor Miguel Sanches Neto.

Questionado sobre os critérios para as nomeações na UEPG e no HU, Miguel Sanches, disse que tudo passa pela pró-reitoria da universidade.

“Em relação à reestruturação dos cargos do HU, dentro desse processo, nós fizemos realmente duas novas nomeações, faremos mais uma nomeação em breve. No caso especifico, eu não conheço diretamente as pessoas, mas essas nomeações passam pela pró-reitoria de Recursos Humanos. Mas quem define sou eu. A decisão de nomear ou não no HU e na UEPG é minha, não passo isso pra ninguém, mas pago pelos erros e acertos”, declarou o reitor.

Durante a entrevista, o reitor lembrou que no ano de 2022 haverá eleição na UEPG, dando a entender que grupos de oposição estariam articulando estas questões sobre a nomeação dos cargos. Mas as nomeações foram confirmadas pelo reitor e constam nos portais da transparência do Governo do Estado e da Prefeitura de Ponta Grossa.

O reitor também foi questionado sobre o seu rompimento com o vice-reitor da UEPG, Everson Krum, que já foi diretor do HU.

“O Everson não faz mais parte do nosso grupo político e comunicou isso por meio de uma carta, que você recebeu também. Eu não sei se ele será candidato ao cargo de reitor. O que posso dizer é que não faço questão de concorrer, desde que o meu nome não seja o mais indicado para a disputa. Faremos pesquisas sobre isso”, afirmou.

Miguel Sanches Neto negou a quebra de um acordo com Everson Krum para que o vice-reitor fosse o candidato do grupo nas eleições de 2022 na UEPG.

O reitor da UEPG também falou sobre a situação do Hospital Universitário no atendimento de pacientes com covid-19, questões de estrutura, de recursos humanos e a respeito da estrutura do hospital pós-pandemia.

A entrevista completa está no Facebook da Rádio Clube!

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