
O documento foi produzido por determinação de Mendonça.
Na terça-feira (1º), horas após Mendonça retirar o sigilo do relatório e tornar públicos elementos contra Moraes encontrados no celular do ex-banqueiro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a nulidade do material.
A PGR argumentou que o ministro André Mendonça não deveria ter solicitado apuração sobre o destinatário das mensagens do ex-banqueiro, sem um pedido do Ministério Público ou da própria PF, e que a competência para decidir sobre a eventual apuração sobre Moraes é do plenário da Corte.




