Eleições 2018: Osmar Dias defende rigor nas finanças do Paraná e sinaliza que “poderá se filiar ao PSB”

Osmar Dias
“Tenho o desejo de continuar no PDT, mas preciso que algumas condições sejam atendidas. E caso isso não aconteça, terei uma boa opção que é o PSB, sem dúvida nenhuma”, declarou o pré-candidato ao governo do Paraná, Osmar Dias (PDT)

Em entrevista à Rádio T e ao Blog da Mareli Martins neste sábado (3), o ex-senador e pré-candidato ao governo do Paraná, Osmar Dias, Partido Democrático Trabalhista (PDT), disse que aguarda “respostas” em relação às exigências que fez ao partido para continuar na legenda. Osmar disse que só continuará no partido se tiver carta branca para apoiar o seu irmão, senador Alvaro Dias (Podemos), na disputa da Presidência da República. (Ouça a entrevista completa ao final do texto)

O mesmo critério vale para outras legendas que ele tem mantido contato. Osmar Dias deixou claro que se decidir sair do PDT, poderá se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Osmar Dias rebateu as críticas que tem recebido da imprensa e de lideranças políticas que o chamam de “indeciso”. “Tenho lido notícias, desde o ano passado, dizendo que eu estaria demorando pra decidir o meu destino, o partido. Mas considero que estou dentro do tempo legal e isso é o mais sensato. Ninguém toma decisões sozinho. Nós temos uma trajetória com pessoas que acompanham o nosso projeto e merecem ser ouvidas”.

O ex-senador declarou que colocou algumas condições ao PDT para continuar na legenda. “Tenho o desejo de continuar no PDT, mas preciso que algumas condições sejam atendidas. O PDT precisa me responder em relação à candidatura do Alvaro, por exemplo. Acredito que é o momento da união aqui no Paraná em torno da candidatura do Alvaro à presidência”, afirmou.

Se deixar o PDT, Osmar poderá se filiar ao PSB

Nesta semana, Osmar Dias esteve em conversa com lideranças nacionais do PSB. Osmar destacou que a conversa foi ” muito produtiva”. E sinalizou que em caso de mudança partidária poderá de fato ingressar no PSB.

“O PSB é um partido forte, organizado, com uma linha programática que eu gosto muito. E tem componentes que eu respeito. Fiz as mesmas exigências de liberdade em apoiar o Alvaro e de escolher as alianças no Paraná. Em meados de março vou tomar a decisão. Tenho o desejo de continuar no PDT, mas preciso que algumas condições sejam atendidas. E caso não sejam atendidas, terei uma boa opção que é o PSB, sem dúvida nenhuma”. declarou Osmar. O ex-senador também conversou com lideranças do PRB.

Sobre a questão do PSB ser base de apoio do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), Osmar disse que não disputa o apoio de Richa, juntamente com outros pré-candidatos Ratinho Junior (PSD) e Cida Borghetti (PP).

“É hora de definir com clareza quem são os candidatos e a que lado eles estão defendendo. O governo do Beto tem dois candidatos que disputam o apoio do governador, Ratinho e Cida. E eu não ficaria sendo o terceiro a disputar esse apoio. Então se o governador já tem o seu candidato, nós teremos um campo diferente para disputar a eleição”.

É possível uma aliança com Roberto Requião?

“Requião tem se colocado como pré-candidato ao governo e se assim for, caminharemos em campos diferentes. Mas eu gostaria sim de ter o apoio do PMDB. Quem não gostaria? O PMDB é um partido forte e grande. Talvez a crítica sobre as minhas conversas com diversos partidos venha dos adversários que tem preocupação de que as alianças se concretizem. Seria muito bom para o Paraná uma união entre PDT, PSB e PDT”.

Modelo de gestão

Osmar Dias defende rigor nas finanças do estado e apoio ao setor produtivo.
“É preciso enxugar a máquina com rigor. Não dá mais para continuar com privilégios e cargos comissionados. É preciso administrar com o que temos, melhorar a arrecadação, sem tem que sufocar o setor produtivo com impostos. Temos que incentivar a agroindustria e todo o setor produtivo. É necessário para de vender ações de empresas estratégicas como Copel e Sanepar. E temos que fazer uma licitação transparente sobre os pedágios. Falar em renovação dos contratos de pedágio é uma agressão á inteligência da população”.

Ouça a entrevista completa!

 

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