vídeo “Se ocorreram pedaladas fiscais em Brasília, isso também aconteceu no Paraná”, diz Requião Filho

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“Se a presidente Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade fiscal, outros governadores cometeram também e deveriam ser cassados”, afirmou Requião Filho.

O deputado estadual e líder da oposição, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Requião Filho (PMDB), esteve nesta quinta-feira (24), na Rádio T FM, em Ponta Grossa. Sobre a situação que envolve o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado adotou um discurso de que “também ocorreram pedaladas fiscais no governo de Beto Richa e outros quinze governadores”. Sendo assim, segundo o deputado, o governador do Paraná também deveria ser alvo de impeachment.

“Se o impeachment fosse baseado nos crimes cometidos na Lava Jato, a situação seria outra, mas o impeachment é baseado em pedaladas fiscais, cometidos por Dilma e outros dezesseis governadores. Se a presidente Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade fiscal, outros governadores cometeram também e deveriam ser cassados”, afirmou Requião Filho.

Abertura de CPIs na Alep para investigar Beto Richa

Durante a entrevista o deputado Requião Filho destacou o trabalho da oposição em relação a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar o suposto envolvimento do governador Beto Richa (PSDB), nos desvios da Receita Estadual (Operação Publicano) e sobre a Operação Quadro Negro, que investiga desvios na educação. Segundo o deputado “alguns deputados estão envolvidos nestes esquemas de corrupção e, por isso, lutam contra as CPIs”. Requião Filho também disse que a bancada de Richa é bem alinhada ao governador. “O governo tem a maioria na casa. É uma bancada muito bem adestrada, bem comportadinha e, por isso, abrir uma CPI é sempre uma guerra”.

Finanças do Governo do Paraná

O governo tem adotado o discurso de que as contas estão no azul, mas Requião Filho disse que na prática isso não acontece. “Os números do Paraná são guardados a sete chaves, com o Mauro Ricardo, com certeza a arrecadação aumentou, mas os gastos aumentaram mais. Essa história de que o Paraná está azul não se reflete na realidade, as estradas continuam com problemas e muitas obras continuam paradas”, afirmou.

Eleições em Ponta Grossa

Requião Filho reafirmou o que já havia dito, com exclusividade à Rádio T e ao Blog da Mareli Martins, de que o PMDB poderá apoiar a candidatura do deputado federal Aliel Machado (Rede Sustentabilidade). “Nós temos uma simpatia pelo discurso do Aliel, mas ainda cabe a decisão também do diretório local”, disse.

Ouça a entrevista completa.

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Um comentário

  1. FORTUNE.
    É bastante significativo que a revista Fortune tenha dado ao Juiz Moro o 13º lugar entre as personalidades mundiais. É uma revista patrocinada pelas maiores empresas estadunidenses juntas reúnem um patrimônio equivalente a 4 vezes o PIB brasileiro, em lugar de destaque temos as grandes do petróleo Exxon e Chevron, as mesmas que patrocinaram a lei de entrega do petróleo do tucano José Serra.
    Agora fica evidente que a Operação Lava Jato sempre teve por objetivo aniquilar as grandes construtoras brasileiras gerando o vácuo jurídico necessário para que as multinacionais, que estão por trás do Moro, pudessem entram no mercado brasileiro, a Petrobras é a empresa que reúne a maior quantidade de serviços terceirizados e a que desperta a cobiça das grandes americanas, aquelas que não medem custos na conquista de novos mercados aquelas que sabem que os destinos da nossa população são negociados na bolsa de Nova York. Para eles é muito mais barato comprar um juiz brasileiro do que mandar tropas ao Médio Oriente.
    O Golpe começava-se a gestar, conforme Wikileaks, em outubro de 2009 a pauta considerava um núcleo jurídico, um núcleo midiático e outro empresarial.
    O judicial ficou aos cuidados do Moro, o midiático a cargo da Globo e o empresarial a cargo da FIESP. O alvo era como gerar uma crise política de grandes proporções capaz de paralisar o governo central e não demorou muito para que a FIESP assumisse a o compromisso de “locautear” a economia, a paralisação econômica deveria ser repercutida massacrantemente a traves das grandes mídias, missão que foi confiada às Organizações Globo agente golpista com experiência comprovada desde 1964.
    As ações golpistas ficaram em compasso de espera uma vez que existia a possibilidade de assumir a presidência democraticamente, no entanto diante do fracasso do Neves no dia seguinte da eleição foi dado início ao golpe nas três frentes (judicial, midiático e empresarial) pouco demorou para instalar a atual crise política gerando argumentos jurídicos para propor um impeachment com base numa inócua pedalada fiscal. Forjaram os argumentos para dar um viés legal ao golpe midiático-judicial em andamento com o apoio dos deputados e senadores mais próximos da FIESP em conluio com as grandes mídias.
    Entra em campo o núcleo político no embalo das ações da Lava Jato, sem saber muito bem do que se tratava pegaram o bonde andando sem ter nenhum plano econômico, perderam o rumo e fracassaram pela segunda vez, certamente falhou a comunicação entre o triunvirato golpista e os congressistas de oposição.
    Longe de qualquer projeto de país o futuro do Brasil passou a se decidir em função da de uma crise econômica pré-fabricada nos seminários de cooperação organizados pelas mesmas empresas que hoje homenageiam o Moro. A revista Fortune escolheu o Moro como o 13º principal líder mundial.
    E vejam que o número 13 é o número do PT uma subliminar inconteste como quem quer pôr um fim definitivo na legenda, PT foi comparado com um gangster dos anos 30 e o Moro com Eliot Ness um agente do tesouro americano, abandonado por todos no final de carreira, como quem diz o Moro já fez seu papel, já ganhou seus trinta denários, já vendeu a pátria, e já foi condecorado por isso, agora é só deixar por conta do mercado. Conta a lenda que nos arranha céus americanos não existe o número treze do 12º andar passa ao 14º por que os americanos são supersticiosos, mas não hesitaram em carimbar a testa do juiz com o número 13 como reconhecendo que a pesar dos serviços prestados, à democracia ainda vai prevalecer.
    Agora só resta definir quem é que vai pagar a conta deste experimento midiático judicial a que o Brasil foi exposto, hipocrisias a parte, a CRISE foi engendrada pelo Juiz Moro no intuito de gerar os argumentos para derrubar a Dilma e ponto final …………, detonou a economia brasileira, levou milhares de empresários a banca rota, jogou milhões de brasileiros na rua, provocou um prejuízo TRILIONÁRIO aos cofres públicos só para viabilizar a entrega da Petrobras ao pessoal da FORTUNE.

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