vídeo Ministro da Saúde defende o uso da telemedicina

RicardoBarros
Em entrevista exclusiva à Rádio T, nesta sexta-feira (2), o ministro da Saúde, Ricardo Barros,destacou que a prioridade é promover a informatização do sistema público de saúde. (foto:divulgação)

Em entrevista exclusiva à Rádio T nesta sexta-feira (2), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que a implantação de um sistema de telemedicina poderá desafogar em 50% os encaminhamentos de consultas a médicos especialistas. Segundo o ministro, o uso da telemedicina poderia dar maior precisão aos diagnósticos. Ricardo Barros destacou que a prioridade da gestão é promover a informatização de todo o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Estamos investindo na telemedicina, temos excelentes experiências em todo país. Na prática, o médico da unidade básica de saúde, junto com o paciente, telefona para o especialista, faz uma consulta dos sintomas e da situação do paciente. Com isso, menos da metade dos pacientes são encaminhados para consultas com médicos especialistas. A grande parte resolve nessa pré-consulta.”, disse o ministro Ricardo Barros.

Para ele, a tecnologia deve ser a principal aliada para os avanços na área de saúde pública. “Existem investimentos para o diagnóstico à distância, estamos com a tecnologia avançada, com imagens digitais, que serão encaminhadas a profissionais que farão o diagnóstico e depois mandam para os médicos. A prioridade da nossa gestão é a informatização de todo o sistema de saúde. Estamos com  tecnologia avançando muito nesta questões dos médicos especialistas. O uso da tecnologia vai nos permitir reduzir em 50% a demanda de consultas para especialistas”, declarou.

Programa ‘Mais Especialidade’ encontra dificuldades práticas

Há dois anos, a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) anunciou que implantaria o programa ‘Mais Especialidade’, à exemplo do ‘Mais Médicos’. Neste caso o atendimento seria voltado para as diversas especialidades da saúde e também ao maior acesso a exames de laboratório.

De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, na prática, este modelo enfrenta dificuldades de aplicação. “Essa proposta foi lançada há dois anos, mas não se viabilizou tecnicamente. Não se encontrou uma maneira efetiva e prática. Por isso, nós estamos investindo em seminários de conectividade que, na prática, já possuem resultados positivos e nós vamos copiar em todo o Brasil”, concluiu.

Ouça!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s