vídeo Tiro de Rangel “sai pela culatra”: Plauto e Pauliki podem fazer dobradinha nas eleições de 2018

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Para não “dar moral” para o seu desafeto, o deputado Marcio Pauliki (PDT), Rangel optou por “nomear” Hussein Bakri (PSD) como representante governo. Mas acabou comprometendo sua relação com Plauto Miró (DEM), deputado de forte expressão.

Em entrevista à Rádio T e ao Blog da Mareli Martins nesta terça-feira (6), o deputado estadual e primeiro-secretário na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Plauto Miró Guimarães Filho (DEM), falou sobre o desconforto causado pelo prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel (PPS), que escolheu de forma política e eleitoreira o deputado estadual Hussein Bakri (PSD), como representante da cidade em ações do Governo do Estado. (Ouça a entrevista completa no final da matéria)

O fato é que Hussein é de União da Vitória, não fez voto em Ponta Grossa. Rangel tinha a opção de escolher dois representantes junto ao Governo do Estado e para não “dar moral” para o seu desafeto, o deputado Marcio Pauliki (PDT), o prefeito optou por “nomear” Hussein Bakri como representante ao lado de Plauto Miró.

Mas em relação a atitude de Rangel já é possível dizer, usando uma conhecida expressão popular que “o tiro saiu pela culatra”. Ao tentar atingir Pauliki, Marcelo Rangel e o seu irmão, deputado Sandro Alex (PSD), acabaram azedando e comprometendo a relação com Plauto Miró, que apoiou Marcelo nas duas últimas campanhas eleitorais. O deputado Plauto Miró disse que já existe “simpatia” em uma possível dobradinha com o deputado Marcio Pauliki, nas eleições de 2018.

Segundo Plauto Miró é preciso que a parceria entre Rangel e Hussein traga resultados concretos. ” Em ano que antecede eleições sempre surgem possíveis candidatos, que nem sempre fazem algo concreto por Ponta Grossa. Mas sempre que um parlamentar seja na esfera estadual ou federal, queira ajudar o município isso é muito bem-vindo. Agora nos esperamos que a ação concreta possa acontecer por parte de parlamentares que pretendem fazer uma abertura política eleitoral em Ponta Grossa”, disse.

De foma cuidadosa, Plauto Miró afirmou que no fim das contas, a população fará a verdadeira avaliação. “Vejo uma aproximação do deputado Hussein Bakri em Ponta Grossa e ele é de União da Vitória. E essa aproximação está acontecendo pela prefeitura. Se ele realmente ajudar o município tudo bem. Mas eu acredito que o eleitor terá condições de avaliar se ele realmente está ajudando ou não. Ano que vem é ano eleitoral e sempre um ano antes de eleição esse procedimento acontece. Alguns vão abrindo nichos eleitorais e Ponta Grossa é sempre procurada”, afirmou.

Plauto Miró destacou que a cidade escolheu três representante e que a decisão do prefeito em indicar um deputado de outro município como representante de Ponta Grossa não foi bem vista. “A cidade de Ponta Grossa tem três deputados que foram escolhidos pela população. Juntamente com o deputado Pauliki e o Péricles nós temos feito o nosso trabalho no sentido de atender as demandas. O prefeito Marcelo Rangel tinha a possibilidade de escolher dois representantes e como temos mais dois deputados, o fato do prefeito ter escolhido um deputado de fora, causou estranheza”, afirmou Plauto.

O que se percebe de tudo isso é que o prefeito de Ponta Grossa mesmo estando no segundo mandato continua agindo de forma eleitoreira, ou seja, deixando de pensar na cidade por questões políticas e por mágoas pessoais e também dívidas pessoais, neste caso!

Goste Marcelo Rangel ou não, Marcio Pauliki foi eleito deputado estadual e merece respeito por isso. Além disso, Pauliki tem grande chances de se eleger deputado federal. E claro que isso não agrada os irmãos, principalmente o deputado Sandro Alex. A relação nada afetuosa entre Sandro e Pauliki tem se acirrado nos bastidores, principalmente nos eventos que contam com a presença do governador Beto Richa (PSDB).

 

Plauto cogita dobradinha com Pauliki

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(foto: Diego Antonelli)

Em entrevista à Rádio T e ao Blog da Mareli Martins nesta terça-feira (6), o deputado estadual e primeiro-secretário na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Plauto Miró Guimarães Filho (DEM), falou sobre a parceria que possui com o deputado Marcio Pauliki (PDT). Plauto foi questionado sobre a possibilidade de fazer uma “dobradinha” com Pauliki nas eleições de 2018. Tudo indica que Plauto vai buscar a reeleição como deputado estadual e Pauliki deve concorrer ao cargo de deputado federal.

“A política é arte de conversar. O Pauliki é candidato a deputado federal e eu vou buscar provavelmente a reeleição. Dentro dessa discussão tem muita pessoas que simpatizam com os dois nomes e que vão trabalhar para o Pauliki federal e para nós estadual. E fico feliz de receber a simpatia de muitos ponta-grossenses que desejam tanto votar no Pauliki, como em nosso grupo”.

Nessa conjuntura, hoje é possível traçar uma cenário envolvendo as eleições ao governo do estado, com Plauto e Pauliki ao lado de Osmar Dias. E de outro lado, Rangel, Hussein Bakri e Sandro Alex apoiando a candidatura do secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Junior (PSD). Isso por que Marcelo Rangel e Sandro Alex decidiram adotar” o deputado de União da Vitória, Hussein Bakri, como deputado de Ponta Grossa, mesmo sem ele ter sido eleito pela população.

Parcerias entre Plauto e Pauliki

O deputado Plauto destacou que sua parceria com Pauliki está fluindo muito bem e que com isso quem ganha é a cidade de Ponta Grossa e munícipios da região. “A parceria com o Pauliki está acontecendo em prol da cidade e da região dos Campos Gerais, assim como, estamos unidos com o Péricles na hora de buscar recursos e questionar governo sobre demandas da cidade”.

Plauto apontou alguns investimentos para a manutenção das estradas rurais e que são fruto da união de trabalho com Marcio Pauliki. ” A patrulha do campo está sendo viabilizada por meio da parceria com o Pauliki e são recursos conquistados para o município de Ponta Grossa. São recursos de R$ 1,3 milhões que serão destinados para compra de equipamentos que vão utilizar na manutenção das estradas rurais. São patrolas, caminhões, uma pá-carregadeira. E os recursos são do PAM (Plano de Apoio aos Municípios), não empréstimos, são recursos de fundo perdido.Com isso, o estado vai atender as estradas rurais de Ponta Grossa”.

Ouça a entrevista!

 

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