Três vereadores de PG arregam e não assinam investigação sobre merenda: CPI cai

Três vereadores mudaram “repentinamente” e desistiram de assinar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a merenda escolar em Ponta Grossa. Os que arregaram foram Fábio Silva (Republicanos), Erick Camargo (PV) e Jairton da Farmácia (PDT).
Ponto para o governo de Elizabeth Schmidt (União Brasil), que articulou para derrubar a CPI. Resta saber o que estes vereadores ganharam para recuar.
O regimento interno do legislativo exige um quórum de pelo menos sete parlamentares para a instauração de uma comissão investigativa.
Mantiveram o apoio apenas seis vereadores: Gerado Stocco (PV), Marisleidy (PMB), Joce Canto (PP), Teka (União Brasil), Guilherm Mazer (PT) e Maurício Silva (PSD).
Um dos vereadores que desistiu de assinar a CPI da Merenda, Fábio Silva, disse que desistiu depois de apurar o assunto e por considerar que existem questões eleitorais em evidência.
“Não encontrei denúncias graves e parece que é uma CPI para promoção eleitoral”, disse.
O vereador Geraldo Stocco (PV) questionou os vereadores pela mudança sobre a CPI. “Existem manobras do poder executivo para aprovar projetos e para impedir investigação. Três vereadores retiraram assinaturas, o que mudou de sexta até hoje? Estou com nojo dessa Câmara Municipal”, criticou Stocco.
Denúncias
O vereador Geraldo Stocco e as vereadoras Joce Canto e Marisleidy fizeram denúncias de que a empresa Omega, responsável pelo serviço terceirizado da merenda escolar, está deixando faltar alimentos nas escolas, armazenando alimentos estragados e impedidos que as crianças tenham repetição das refeições.
Relembre
Sobre a terceirização da merenda




