“Nós cumprimos a nossa parte”, diz Ricardo Barros – sobre impasse da aliança com o PSDB de Richa

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Aliança do PSDB com Cida Borghetti (PP) segue indefinida: “Da nossa parte tudo que foi acordado está mantido, o PSDB tem secretarias no governo, tem espaço, tem tudo que foi acordado no governo. E sendo assim, qualquer possibilidade dessa aliança não acontecer não é por postura nossa”

O deputado federal e ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), disse nesta terça-feira (24), em entrevista à Rádio T e ao Blog da Mareli Martins, que o seu grupo cumpriu todos os compromissos com o PSDB e que, dessa forma, isso deveria ser transformado em uma aliança dos tucanos com a governadora e pré-candidata à reeleição Cida Borghetti (PP). (Ouça a entrevista completa ao final do texto)

Mas segundo Barros, surgiram “atritos por conta de algumas atitudes de integrantes do PSDB”. E desde que Cida Borghetti assumiu o governo, o ex-governador e pré-candidato ao Senado, presidente estadual do PSDB, Beto Richa, não declarou oficialmente apoio à candidatura de Cida.

“Essa é uma decisão do PSDB. Mas é claro que algumas atitudes do PSDB criaram atritos nesse processo, como a presença do deputado Traiano na convenção do Ratinho. E o próprio ex-governador Beto Richa que até hoje não manifestou seu posicionamento, sendo ele presidente do PSDB”, afirmou.

Ricardo barros deixou claro que todos os “combinados” com o PSDB foram cumpridos. Ou seja, o apoio dos tucanos à Cida Borghetti seria uma espécie de devolução por tudo que receberam. “Da nossa parte tudo que foi acordado está mantido, o PSDB tem secretarias no governo, tem espaço, tem tudo que foi acordado no governo. E sendo assim, qualquer possibilidade dessa aliança não acontecer não é por postura nossa, pois cumprimos o que foi acordado”, destacou.

Mesmo sem apoio declarado de Richa, Ricardo Barros disse que Cida sempre manteve o discurso da aliança. “Da parte da governadora Cida, ela sempre manteve a sua postura, a sua conduta e o seu discurso no sentido do compromisso prévio que havia sido feito, embora nunca declarado pelo PSDB”, disse.

Um dos motivos da divergência entre os grupos de Beto Richa e Ricardo Barros é a exigência que Richa teria feito de que o grupo de Cida não lançasse o deputado federal Alex Canziani (PTB) como segundo candidato ao Senado, para favorecer a sua própria eleição ao cargo.

Além disso, no último sábado (21), Beto Richa não compareceu à convenção conjunta dos partidos Pros e PMB, que declaram apoio à Cida.

Ouça a entrevista!

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