vídeo “Se for para sair o PT, tem que tirar o governo inteiro e realizar novas eleições”, diz Aliel Machado

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“A Rede defende o fortalecimento das instituições públicas. Nós não podemos ser oportunistas tanto de um lado, como de outro. Precisamos ter prudência”, disse o deputado federal Aliel Machado, sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Nesta segunda-feira (21) o deputado federal Aliel Machado (Rede Sustentabilidade) concedeu entrevista à Rádio T FM e ao Blog da Mareli Martins. O deputado é um dos 65 integrantes da comissão especial da Câmara Federal que analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Aliel Machado esteve com o PT nas eleições de 2014, por meio de coligação, quando estava filiado ao PCdoB. O deputado que nunca foi favorável ao impeachment, agora disse que “o assunto será discutido juntamente com o partido”. Aliel Machado destacou que a Rede Sustentabilidade fará uma análise e depois assumirá um posicionamento. “Tomamos a decisão de que vamos analisar a situação da comissão, que começa os trabalhos técnicos hoje. A Rede defende o fortalecimento das instituições públicas. Nós não podemos ser oportunistas tanto de um lado, como de outro. Precisamos ter prudência”, disse.

Aliel Machado destacou que a presidente Dilma Rousseff não responde, até o momento, por nenhum processo na Justiça. O deputado fez um comparativo com situação do governador Beto Richa (PSDB),que está sendo investigado pelo Superior Tribunal de Justiça, por suposta corrupção da Receita Estadual e com o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel (PPS), que está com parte dos seus bens bloqueados, por denúncias de improbidade administrativa. ” Hoje a presidente não responde por nenhum processo na Justiça, como por exemplo responde o governador Beto Richa e como responde o prefeito Marcelo Rangel, que tem os bens bloqueados pela Justiça, por triangulação criminosa, por uma denúncia feita. Dilma não responde por isso. A população está em cima pelo momento que vive o país”.

O deputado afirmou que é preciso avaliar como ficará o cenário com a saída da presidente Dilma Rousseff. “Se ela sair quem assume é o vice-presidente Michel Temer, que prevê inclusive a terceirização do SUS, defende novas regras de aposentadoria, que vão influenciar na vida das pessoas. Votar pelo impeachment é dar legitimidade para o Temer ser o presidente do Brasil. Se o impeachment acontecer o presidente da Câmara Eduardo Cunha será o vice-presidente do Brasil. Em relação a ele já estão comprovados praticamente inúmeros processos no Superior Tribunal em relação às suas ações. Por isso precisamos ter responsabilidade e serenidade”, concluiu.

Ouça a entrevista na íntegra:

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