Requião Filho (PDT) lança pré-candidatura ao Governo do Paraná

O deputado estadual Requião Filho (PDT) lançou sua pré-candidatura ao Governo do Paraná, neste sábado (30), em evento em Curitiba. O evento também marcou o lançamento da deputada federal e ex-ministra de Relações Institucionais, Glesi Hoffmann (PT) ao Senado, do ex-governador e ex-senador, Roberto Requião (PDT) para deputado federal.
O ato reuniu lideranças partidárias, militantes e apoiadores na capital paranaense, além do presidente do PT no Paraná, deputado estadual Arilson Chiorato.
Com a presença de caravanas de todo o Paraná, também serão apresentadas as pré-candidaturas para deputados estadual e federal da aliança formada, até o momento, por seis partidos: PDT, PT, PCdoB, PV, Rede e PSOL.
As candidaturas oficiais serão lançadas após as convenções que devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto. O registro dos candidatos que vão disputar a eleição é feito após as convenções e até 15 de agosto.
“O governo federal caminhar junto conosco aqui no Paraná é essencial porque nós podemos construir mais. São investimentos em creches, UPAS, apesar do governador, imagine o governo federal caminhando junto conosco. O Paraná é um estado incrível e apesar do Ratinho, ele vai muito bem. Com apoio do governo federal e investindo onde realmente importa, o Paraná será ainda maior”, disse Requião Filho.
Moro “só sabe falar mal de partido” e não apresenta propostas
Requião Filho disse o concorrente Sergio Moro somente bate no PT e no Lula, mas não apresenta propostas para o Estado. “O Sergio Moro só sabe falar mal de um partido e não apresenta nada de proposta e enquanto isso, a gente vem debatendo propostas que mudam a vida do paranaense”, declarou.
Sobre o candidato de Ratinho Jr: “O grupo de lá se mata internamente, posa para foto e depois se mata”
O deputado disse que o PSD, partido de Ratinho Jr, pode mudar o candidato, atualmente representado por Sandro Alex, ex-secretário de Infraestrutura e Logística.
“O grupo de lá se mata internamente, posa para foto e depois se mata. Até o próprio candidato do governo pode ser mudado a qualquer momento porque lá não tem união. Aqui tem união porque nós temos o mesmo objetivo: devolver o Paraná para os paranaenses”, afirmou.




